
Tem balada que está 50% homem/mulher, tem balada que tem mais homem (a maioria) e tem balada que tem mais mulher (??)… Não, isso não existe.
Não estou falando isso para me referir as chances de se dar bem, afinal, como diz um amigo meu: “…quem é bom se estabelece”, mas é que ultimamente fui 2 vezes numa balada, que pelamordedeus como tinha mulher feia. Baranga sempre existiu, todo mundo já pegou (e pega) e baranga algumas vezes é até para tirar zica.
Realmente o lugar é fora do normal no quesito gente feia, ok, generalizei já. A mulherada é na faixa dos 40, até aí nada contra, já tive minha fase e quem já foi ao Mercearia do Jockey nas últimas terças-feiras de cada mês tem uma bela amostra dessas mulheres, mas ali, é totalmente o oposto. Existe baranga produzida, na moda, elegante, com estilo, isso até acaba dando um up, mas essas eram barangas com todos os atributos possíveis. Descuidadas, cabelos tipo “urso do cabelo duro”, gordas com blusinhas coladas, estampas parecendo puff de motel de estrada, brincos e pulseiras da avó e umas dancinhas no estilo “passinho” e grease. Ah, sem contar que, de repente no meio da pista, desce uma rede de volley (???). Isso mesmo, uma rede de volley com uma bexiga grande que as pessoas ficam jogando de um lada para o outro.
Nessas horas, os homens sempre encontram seu amigo salvador, o Johnny (Walker) ou “Absolut”, aí bastam algumas “conversas” que essas barangas “não zzzão ruinzzz azzzzim” encontram seu príncipe. Mesmo com todo esse cenário circense, já tem amigo meu sendo chamado de rei lá.
Não estou falando isso para me referir as chances de se dar bem, afinal, como diz um amigo meu: “…quem é bom se estabelece”, mas é que ultimamente fui 2 vezes numa balada, que pelamordedeus como tinha mulher feia. Baranga sempre existiu, todo mundo já pegou (e pega) e baranga algumas vezes é até para tirar zica.
Realmente o lugar é fora do normal no quesito gente feia, ok, generalizei já. A mulherada é na faixa dos 40, até aí nada contra, já tive minha fase e quem já foi ao Mercearia do Jockey nas últimas terças-feiras de cada mês tem uma bela amostra dessas mulheres, mas ali, é totalmente o oposto. Existe baranga produzida, na moda, elegante, com estilo, isso até acaba dando um up, mas essas eram barangas com todos os atributos possíveis. Descuidadas, cabelos tipo “urso do cabelo duro”, gordas com blusinhas coladas, estampas parecendo puff de motel de estrada, brincos e pulseiras da avó e umas dancinhas no estilo “passinho” e grease. Ah, sem contar que, de repente no meio da pista, desce uma rede de volley (???). Isso mesmo, uma rede de volley com uma bexiga grande que as pessoas ficam jogando de um lada para o outro.
Nessas horas, os homens sempre encontram seu amigo salvador, o Johnny (Walker) ou “Absolut”, aí bastam algumas “conversas” que essas barangas “não zzzão ruinzzz azzzzim” encontram seu príncipe. Mesmo com todo esse cenário circense, já tem amigo meu sendo chamado de rei lá.







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