Essa pergunta começa na adolescência e parece que você vai ouvi-la a vida inteira. Vai mudar a construção da frase, as palavras, mas o conteúdo vai ser sempre o mesmo.A primeira vez, vai ser lá pelos 14 anos, aquele seu tio metido a engraçado fala em voz alta: “Cadê a namorada?”
Você todo sem graça, se sentindo um ET, responde com uma voz que não quer sair da sua boca: “Não tenho...”. Como se aquilo fosse uma doença que as pessoas agora estão sabendo.
Aí você cresce, começa a ter suas namoradinhas, levá-las nos encontros familiares e aquele seu mesmo tio vai chegar, dizer que você é mulherengo e perguntar: “Quando você vai namorar sério?”
Nesse momento, você vai começar a perceber que as pessoas adoram se meter na sua vida, mas você não sabe o porquê. Aí você engrena um “namoro sério”, adivinha qual a próxima pergunta?
“E aí, quando é o casamento?” ou, “Não vão casar não?” ou então o seu tio perguntando: “E aí, quando vai parar de enrolar a moça e casar em rapaz?”.
Aí você casa (ou vai morar junto, tanto faz, assumiu o compromisso), mal você começa essa nova fase e já surge uma nova pergunta.
E aí, quando vai vir o baby?
Nos meus 14 anos achava que a pergunta que era chata, hoje, sei que a culpa não é dela.







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